Práticas de gamificação em equipes autogeridas: materiais, competências e significados
DOI:
https://doi.org/10.22279/navus.v18.2292Palavras-chave:
gamificação corporativa, autogestão, Teoria da PráticaResumo
Este estudo teve como objetivo compreender as práticas de gamificação em equipes que adotam a autogestão em uma empresa de software. Para tanto, adotou-se uma abordagem qualitativa, com a estratégia de investigação baseada em um estudo de caso único na empresa de software Flex. A coleta de dados ocorreu por meio de dez entrevistas semiestruturadas on-line, realizadas entre dezembro de 2022 e março de 2023, com funcionários de diferentes equipes e funções que participavam da prática de gamificação. A análise foi conduzida com base na Teoria da Prática, articulando elementos teóricos e empíricos para compreender como materiais, competências e significados estruturam e sustentam a gamificação em equipes autogeridas. Os resultados revelaram que a gamificação promoveu mudanças significativas na dinâmica social das equipes, favorecendo o desenvolvimento de novas habilidades, o fortalecimento do convívio e o aumento da conexão entre os membros. Os principais elementos identificados foram a plataforma de gamificação (material), a autonomia exercida pelas equipes (competência) e a competição saudável (significado). Este estudo contribui para a compreensão da gamificação em equipes autogeridas, analisada sob a perspectiva da Teoria da Prática. Destaca-se a integração entre materialidade, competências e significados, revelando impactos sociais e comportamentais ainda pouco explorados em contextos organizacionais de software.
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Copyright (c) 2026 André Pascoal Rodrigues, Diego de Queiroz Machado, Francisco Vicente Sales Melo, Keysa Manuela Cunha de Mascena, Antônio Alberto Freitas

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