Nuanças e estratégias que circundam o conhecimento tácito

Autores

  • Joana Coeli Ribeiro Garcia Universidade Federal da Paraíba.
  • Edilene Maria da Silva Universidade Federal de Pernambuco / Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.22279/navus.2015.v5n3.p06-21.280

Palavras-chave:

Conhecimento tácito. Epistemologia de Michael Polanyi. Criação de conhecimento. Gestão de conhecimento.

Resumo

Este artigo reflete a respeito das controvérsias da terminologia “gestão do conhecimento” por diversas áreas, usando a perspectiva filosófica de Michael Polanyi sobre conhecimento tácito, com base no insight “sabemos mais do que falamos”. Segundo esse autor, o conhecimento tácito refere-se ao que o indivíduo adquiriu com sua experiência de vida, e a dificuldade em formalizá-lo existe porque é subjetivo e constitui as habilidades do indivíduo, sendo esses os principais elementos da discussão. Com base nos estudos de Polanyi, indaga-se: é possível gerenciar conhecimento? Por meio de revisão de literatura selecionada intencionalmente, em estudos nas áreas de administração e ciência da informação, apresentam-se posicionamentos divergentes acerca da gestão ou da criação e de estratégias empregadas pelas organizações para ampliação de conhecimento. Conclui-se, com base no cotejamento das ideias de Polanyi e dos autores pesquisados, que as estratégias, ao menos na literatura selecionada, focalizam metodologias que conduzem à criação de conhecimento e não à gestão, como algumas vezes são denominadas.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Joana Coeli Ribeiro Garcia, Universidade Federal da Paraíba.
    Professora Associada da UFPB.
  • Edilene Maria da Silva, Universidade Federal de Pernambuco / Universidade Federal da Paraíba

    Professora do Departamento Ciência da Informação / UFPE.

    Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação / UFPB

Downloads

Publicado

2015-07-03

Edição

Seção

Artigos