Estratégias de não mercado das fintechs brasileiras

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DOI:

https://doi.org/10.22279/navus.v16.2027

Resumo

O crescimento das fintechs de crédito no Brasil, aliado a um compromisso cada vez maior com a responsabilidade fiscal e social, tem fortalecido sua presença no mercado. Empresas do setor que contam com membros politicamente ativos não apenas ampliam sua base de clientes, mas também potencializam o volume de transações, gerando um impacto significativo em seu desempenho e competitividade. Este artigo investiga a relação entre as conexões políticas das fintechs brasileiras e seu desempenho. Foi utilizado um modelo de regressão com dados em painel das fintechs de crédito autorizadas pelo Banco Central do Brasil durante quatro semestres entre 2019 e 2020, juntamente com seis bancos digitais de relevância nacional. Os resultados demonstram que a presença de membros politicamente conectados nos conselhos e diretorias dessas fintechs tem um impacto positivo na expansão da base de clientes e, consequentemente, no aumento das operações de crédito, contribuindo significativamente para a melhoria do desempenho das fintechs.

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Biografia do Autor

  • Marcio da Costa Carioca, Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)

    Mestre em Administração.

  • Jeferson Lana, Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)

    Doutor em Administração de Empresas.

  • Raul Beal Partyka, Fundação Getúlio Vargas (FGV)

    Doutor em Administração de Empresas.

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Publicado

2025-04-22

Edição

Seção

Artigos