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The influenc=
e of
junior administration companies on the experiential learning process of
students
|
Shirley Santos do Nascimento= span> https:=
//orcid.org/0009-0000-3415-6810 |
=
Graduada
em Administração. Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Brasil. shirll=
ynhas@gmail.com
|
|
Thales
Batista de Lima https://orcid=
.org/0000-0002-2338-0451 |
Doutor em Administração. Universidade
Federal da Paraíba (UFPB) – Brasil. thalesufpb@gmail.com |
RESUMO
Este e= studo busca analisar o quanto as empresas juniores dos cursos de Administração de= uma instituição federal de ensino influenciam a formação dos estudantes a parti= r da perspectiva de aprendizagem experiencial. Nesse sentido, o trabalho fundamentou-se nos desdobramentos da aprendizagem experiencial, especialmen= te a partir do entendimento proposto por Kolb. O estudo é de abordagem qualitati= va, caracterizado como descritivo e exploratório. O processo de coleta de dados= foi realizado por meio de entrevistas semiestruturadas virtuais e presenciais, analisado por meio da análise do discurso informacional-qualitativo. Os res= ultados foram organizados em três categorias que abordam a temática: Contribuição da experiência vivida na EJ no desenvolvimento de competências; Experiência do mundo real; Relação entre experiência na EJ com a formação em administração. Desse modo, a experiênci= a na empresa júnior complementa a formação acadêmica ao permitir que os estudant= es façam conexões diretas entre a teoria aprendida em sala de aula e sua aplic= ação prática. Essa imersão na prática administrativa oferece uma formação mais integrada e holística, destacando-se como um componente essencial na prepar= ação dos discentes para se tornarem administradores competentes e mais assertivo= s em suas decisões.
Palavras-chave: aprendizagem expe= riencial; administração; empresa júnior.
ABSTRACT
This study aims to analyze the extent to which
junior enterprises in Business Administration courses at a federal educatio=
nal
institution influence student training from an experiential learning
perspective. In this sense, the work is based on the implications of
experiential learning, especially from the understanding proposed by Kolb. =
The
study has a qualitative approach, characterized as descriptive and explorat=
ory.
Data collection was carried out through virtual and in-person semi-structur=
ed
interviews, analyzed using qualitative informational discourse analysis. The
results were organized into three categories addressing the theme: Contribu=
tion
of the experience lived in the Junior Enterprise to the development of
competencies; Real-world experience; Relationship between experience in the
Junior Enterprise and training in administration. Thus, the experience in t=
he
junior enterprise complements academic training by allowing students to make
direct connections between the theory learned in the classroom and its
practical application. This immersion in administrative practice offers a m=
ore
integrated and holistic education, standing out as an essential component in
preparing students to become competent and more assertive administrators in
their decisions.
Keywords: experiential learning; administration; junior company.
Recebido
em 12/07/2024. Aprovado em 20/10/2025. Avaliado pelo sistema double blind
https://doi.org/10.22279/navus.v18.1948
1
INTRODUÇÃO
= O movimento de empresas juniores exerce a missão de formar, por meio da vivência empresarial, lideranças comprometida= s e capazes de transformar o país em um Brasil empreendedor (Brasil Junior, 202= 3). Sendo assim, organizações sem fins lucrativos, lideradas por graduandos que= são responsáveis por gerir e executar projetos afins à sua área de formação, as Empresas Juniores (EJs) possibilitam o desenvolvimento profissional, pois oferecem aos alunos a aplicação prática = dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, além do contato com o mercado, atendendo ao intuito de solucionar a lacuna entre teoria e prática visto no processo formativo (Silva; Costa; Dias, 2016).
= Segundo Bispo et al. (2022), as EJs têm como prin= cipais finalidades: promover o desenvolvimento profissional de seus membros; incentivar seu espírito empreendedor; e realizar projetos com foco nos pequ= enos e microempreendedores nacionais, em prol do desenvolvimento social. Santiag= o e Dantas (2022) defendem as empresas juniores como um ambiente propício para a aprendizagem, pois funcionam como um laboratório prático de aprendizagem e = são reconhecidas como espaço de apoio à formação profissional.
= Para esses autores, a EJ visa proporcion= ar aos empresários juniores participantes, uma gama de experiências práticas, estabelecidas a partir da atuação laboral e do relacionamento com colegas e clientes. Menezes e Costa (2016) complementam que a vivência em um EJ auxil= ia no desenvolvimento de um perfil empreendedor, tão salutar para o país.
= As primeiras EJs criadas no Brasil estavam ligadas ao curso de Administração, conforme Santo= s et al. (2013), a pioneira foi a Em= presa Júnior de Administração da Fundação Getúlio Vargas, em 1989. Destaca-se que= as EJs passaram a atuar com mais vigor no final da décad= a de 1980. Assim, como resultado de sua expansão em vários Estados brasileiros, criou-se, em 2003, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), cuja missão é representar o Movimento Empresa Júnior (MEJ), potencializá-lo como agente de educação empresarial e instrumento de formaç= ão de empreendedores capazes de transformar o país e sua atuação.
= Portanto, as EJs apresentam um papel relevante na formação dos estudantes, proporcionando um aprendizado significativo. Quando os estudantes absorvem experiências que os transformem nas diversas ações dentro desse movimento é possível dizer que estão conquistando um aprendizado experiencial, transformador e em ação. Es= sas perspectivas de aprendizagem exercem um impacto diferenciado no aluno em te= rmos de formação por torná-lo mais maduro e competente.
= Assim, a aprendizagem experiencial envol= ve a capacidade de significar as experiências vividas e permite compreender, de maneira mais assertiva, os estilos de aprendizagem. Diversos modelos foram propostos para explicar os estilos de aprendizagem, contudo, ainda hoje, o modelo mais difundido é o de Kolb, caracterizado por quatro estilos possíve= is de serem identificados nas pessoas (Nascimento; Lima, 2024; Smith; David, 2= 001). Na perspectiva do ensino, o uso de estratégias ativas potencializa a diversidade dos estilos de aprendizagem dos alunos, melhorando o engajament= o e interesse deles (Costa; Lima e Santiago, 2023). Assim, do mesmo modo, ambie= ntes que fomentam a relação entre teoria e prática, como é o caso de EJs, podem também ampliar potencialidades nos distint= os estilos, e a organização se beneficiar com equipes mais dispostas e motivad= as.
= Ressalta-se que a Empresa Júnior apresen= ta a estrutura de uma empresa real, com Diretoria Executiva, Conselho de Administração, Estatuto e Regimento próprios. Apesar de estar inserida na universidade, sua gestão é autônoma em relação à direção da instituição. De= ssa forma, a Empresa Júnior propõe-se a fomentar a educação dos alunos, amplian= do seus conhecimentos na área. A partir da atuação nessas organizações, os estudantes realizam consultorias que integram o ensino teórico e prático (Costa; Aires, 2022).
= Além disso, Franco e Seibert (2018) comentam que o aprendizado adquirido pelos alunos que vivenciam experiências em uma Empresa Junior se aproxima da abordagem andragógica de ensino, tornando-se um ambiente atrativo para os estudantes. Segundo esses autores, não é incomum a percepção de que em diversas instituições de ensino superior o aluno se depara com metodologias docentes majoritariamente pauta= das na atividade teórica, que pouco considera o quanto a prática do que se é ensinado em sala de aula, bem como o envolvimento do aluno com sua educação, são importantes para uma melhor formação.
= Por isso, este trabalho presume que o pr= ocesso formativo dos estudantes depende da qualidade da aprendizagem recebida. Den= tre as perspectivas teóricas de aprendizagem (Lima; Silva, 2012), tem-se a perspectiva da aprendizagem experiencial, que pode ser vista no processo de aprendizagem de alunos vinculados ao movimento de empresas juniores e reper= cute peculiaridades no aprendizado do indivíduo.
= Para tanto, a experiência é o produto fi= nal do processo de aprendizagem, uma vez que o seu desfecho é a soma de todos os esforços e vivências da trajetória de aprendizagem. Segundo Zanatta (2018),= a experiência contribui para o direcionamento das pessoas em um ambiente de aprendizagem. Além disso, favorece a interação e reações que vão nortear o indivíduo nesse ambiente.
= Com efeito, a aprendizagem experiencial envolve o processo pelo qual o conhecimento é criado por meio da transforma= ção da experiência, ocorrendo quando o indivíduo participa ativamente e responsavelmente do processo. Essa perspectiva de aprendizagem é marcada pe= la relação entre as experiências concretas, observações, práticas reflexivas e conhecimentos abstratos. Isso leva a novas situações que possibilitam o desenvolvimento de capacidades e habilidades (Santos, 2013).
= A partir desse entendimento, o aprendiza= do experiencial se encontra intimamente ligado aos estilos de aprendizagem, po= is são combinações entre algumas características que determinam diferenças ent= re os indivíduos nos modos de pensar, agir e ser (Costa; Lima; Santiago, 2023)= . Ou seja, refere-se à maneira como o indivíduo experiencia situações vividas nos âmbitos pessoal, social e profissional. Há uma grande discussão em torno de inventários de estilos de aprendizagem, sendo o mais propagado o proposto p= or Kolb na década de 1980 para compreender melhor a pessoa a partir dos quatro estilos indicados: divergente, convergente, acomodador e assimilador (Smith; David, 2001).
= Os alunos possuem diferentes estilos de maneira que alguns podem aprender melhor assistindo e ouvindo, bem como out= ros lendo, refletindo e resolvendo problemas (Simões et al., 2018). Miranda e Morais (2008) compreendem, por vezes, = tais estilos como comportamentos, preferências, predisposições, tendências, processos de tratamento de informação, representação de situações de aprendizagem ou, ainda, resultados da personalidade do sujeito.
= Desse modo, o estilo de cada indivíduo a= feta a forma como conduz suas experiências para que gere aprendizado. E esse aprendizado quando lhe é atribuído um significado, é possível afirmar que o indivíduo conseguiu alcançar um aprendizado transformador, colaborando, ain= da mais para a maturidade no modo como o indivíduo adquire conhecimentos e habilidades em seu ambiente de aprendizagem. Diante do exposto, este trabal= ho objetiva analisar o quanto as empresas juniores dos cursos de Administração= de uma instituição federal de ensino influenciam na formação dos estudantes a partir da perspectiva de aprendizagem experiencial.
2 APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL
= A aprendizagem experiencial é definida c= omo o processo pelo qual o conhecimento é adquirido e consolidado mediante a transformação da experiência vivenciada. Essa abordagem enfatiza que a aprendizagem supera a absorção passiva de informações ou teorias, destacand= o a importância do engajamento ativo, ao envolver tanto a participação direta em experiências práticas quanto a subsequente reflexão crítica sobre tais vivências (Kolb, 1984).
= No contexto organizacional, destaca-se a profunda influência que Kolb exerceu no campo do Comportamento Organizacion= al (Nascimento; Lima, 2024), pois enriqueceu a compreensão das complexas dinâm= icas que permeiam as organizações e das interações entre os indivíduos inseridos nesse ambiente, conforme destacado por Smith e David (2001).
= Segundo Lima e Silva (2012), o autor Kol= b baseou sua teoria em princípios fundamentais de renomados teóricos, como Jean Piag= et, que iniciou seus estudos na década de 1920, investigando o desenvolvimento cognitivo ao longo do tempo; John Dewey, conhecido por sua difusão da perspectiva andragógica a partir da década de 1930, enfatizando a importânc= ia da experiência concreta na reflexão sobre a própria experiência, por fim, K= urt Lewin, marcado por estudos entre as décadas de 1930 e 1940, destacando a te= nsão dialética e o conflito como facilitadores da aprendizagem. Para Costa, Lima= e Santiago (2023), cada um desses teóricos contribuiu para a compreensão da aprendizagem experiencial. No entanto, este trabalho se concentra no modelo= de ciclo experiencial de Kolb (1984), já amplamente consolidado no contexto das pesquisas científicas no campo, conforme apontam Nascimento e Lima (2024).<= /span>
= De acordo com Cerqueira (2000), para uma avaliação mais precisa do nível de desenvolvimento de um indivíduo, é aconselhável que este organize as quatro opções em ordem crescente de importância, segundo sua identificação pessoal. Isso está alinhado com o ci= clo de aprendizagem de Kolb, que se desdobra em quatro etapas nas quais os indivíduos manifestam preferências em relação a algumas fases em detrimento= de outras. Essas etapas são identificadas como Experiência Concreta, Observação Reflexiva, Conceitualização Abstrata e Experimentação Ativa (Carvalho et al., 2020).
= Conforme delineado por Kolb (1984), a experiência concreta representa o início do processo, no qual os indivíduos participam ativamente de uma experiência prática, como um projeto, simulaçã= o ou atividade de campo. A Observação Reflexiva envolve uma reflexão profunda so= bre o que ocorreu durante a experiência, incluindo a análise de ações, sentimen= tos e resultados. Nesse estágio, os indivíduos identificam sucessos e desafios enfrentados durante a vivência. A etapa Conceitualização Abstrata permite q= ue os indivíduos desenvolvam conceitos e teorias abstratas para explicar o que ocorreu durante a experiência, estabelecendo conexões entre teoria e prátic= a. Por fim, a Experimentação Ativa representa a aplicação dos conceitos abstra= tos em novas situações práticas (Costa; Lima; Santiago, 2023).
= De acordo com Cerqueira (2008), os estil= os de aprendizagem estão intrinsecamente relacionados à interação dos indivíduos = com oportunidades de aprendizado, abrangendo aspectos cognitivos, emocionais, físicos e ambientais. Kolb (1984) identificou quatro categorias distintas de estilos de aprendizagem, cada uma com abordagens diferentes no processo de adquirir conhecimento.
= Os estilos de aprendizagem se dividem em quatro categorias: Divergente, que envolve a geração de ideias inovadoras e= a análise de situações sob várias perspectivas; Assimilador, focado na criaçã= o de modelos abstratos e teóricos e no raciocínio indutivo; o Convergente é caracterizado pela resolução de problemas, tomada de decisões e aplicação prática de ideias em situações com uma única resposta correta; e o Acomodad= or, cujo aprendizado ocorre por intermédio da ação direta, implementação prátic= a e resolução intuitiva de problemas, com base em sentimentos e intuição, em ve= z de análise estritamente lógica. O ciclo completa-se com a passagem pelos quatro estágios, necessários e complementares, e reinicia-se a cada nova aprendizagem (Sonaglio; Godoi; Silva, 2023).
= Portanto, o ciclo de aprendizagem de Kol= b (1984) subsidia a compreensão acerca dos estilos de aprendizagem. Cada estilo de aprendizagem corresponde a uma preferência por uma das etapas do ciclo de aprendizagem, indicando como os indivíduos abordam a aquisição de conhecime= nto e como eles processam suas experiências de aprendizado (Díaz, 2011). Compreender essas preferências pode ajudar os educadores e aprendizes a ada= ptar suas estratégias de ensino e aprendizagem para maximizar o sucesso educacio= nal.
3 METODOLOGIA
=
= A pesquisa adota uma abordagem qualitati= va, conforme definida por Lakatos e Marconi (2008), por buscar compreender e interpretar fenômenos complexos do comportamento humano, alinhando-se à proposta deste estudo de explorar o campo das experiências vividas. Gil (20= 08) destaca a amplitude da pesquisa qualitativa, que inclui métodos como a abordagem descritiva, voltada para a minuciosa descrição de características= de um contexto ou fenômeno, e a abordagem exploratória, ressaltada por Richard= son (1999), que visa investigar fenômenos pouco explorados e compreendidos.
Assim, o est=
udo
assume caráter descritivo, em virtude da busca pela interpretação dos relat=
os
dos entrevistados a partir de suas lembranças de experiências acadêmicas, e
também exploratório, por investigar um espaço de difícil apreensão, uma vez=
que
emerge das memórias afetivas dos participantes sobre situações partilhadas =
ao
longo de sua trajetória em uma empresa júnior.
= Ademais, Lakatos e Marconi (2008) enfati= zam a importância da abordagem bibliográfica, que utiliza fontes secundárias para embasar teoricamente a pesquisa, o que pôde ser realizada por meio da construção da fundamentação teórica deste trabalho. A combinação das aborda= gens qualitativa e bibliográfica possibilita uma análise detalhada dos comportamentos humanos, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada = do tema.
= As empresas juniores selecionadas para e= ste trabalho são a Empresa Júnior de Administração (EJA), fundada em 1991, como pioneira do Movimento Júnior na Paraíba, localizada no campus I da UFPB; a = Executive Consultoria Júnior, com mais de 20 anos de atuação no campus III em Bananeiras; e a RenoVale Consultoria Jr, fundada em 2022 no campus IV, em Mamanguape. Essas informações puderam ser extraídas d= os sites dessas = EJs e foram ratificadas pelos entrevistados.
= A EJA destaca-se pela sua administração empreendedora e qualificada, prospectando e realizando uma gama de serviços= em pequenas e médias empresas na capital. A Executive Consultoria Júnior tem como objetivo auxiliar empresas a enfrentar um cenár= io empresarial incerto, oferecendo orientação estratégica, conhecimento setori= al e capacitação para uma melhor tomada de decisões. Por fim, a RenoVale Consult= oria Jr, por ser recente, busca o aprimoramento das habilidades de gestão empresarial de seus membros, estruturando-se melhor internamente por meio da realização de pequenos serviços, até mesmo dentro da instituição (Brasil Junior, 2023).
= Essas empresas oferecem aos estudantes experiência prática e contato direto com o mercado de trabalho, enriquecendo sua formação acadêmica e profissional. Diante do exposto, o processo de col= eta dos dados ocorreu em fevereiro de 2024 por meio da realização de entrevistas na modalidade semiestruturada com membros dessas três EJs= . Essa modalidade caracteriza-se por sua flexibilidade, conforme descrita por= Minayo (2014), em virtude da possibilidade de combinar perguntas previamente elaboradas com a exploração de temas emergentes duran= te a interação com os participantes.
= Destaca-se que as entrevistas foram real= izadas tanto presencialmente nos campi= I e IV, em conformidade com as recomendações de Fontanella et al.(2011) para a interação face a face, quanto virtualmente = para o campus III, utilizando plataformas de videoconferência. Essa variedade de abordagens possibilitou uma coleta de dados abrangente e enriquecedora, contribuindo para uma análise mais contextualizada do fenômeno em estudo. N= as entrevistas realizadas nas empresas juniores, observou-se uma variação de t= empo entre 15 e 30 minutos com os participantes e, salienta-se que foram gravada= s com o uso de dispositivo celular e, posteriormente transcritas na íntegra.
= Durante o período de coleta de dados, um= total de 10 membros das empresas juniores participantes do estudo foram entrevistados. A seleção buscou contemplar a representatividade das diferen= tes empresas juniores envolvidas, incluindo quatro membros da RenoVale, três da= EJA e três da Executive, de modo a garantir a diver= sidade de perspectivas e experiências relevantes para a análise do tema.
= Os critérios estabelecidos para as entre= vistas nas empresas juniores incluíam a necessidade de os participantes possuírem = uma experiência mínima de seis meses na organização, bem como ocuparem cargos de direção dentro da empresa júnior. Esses requisitos visavam selecionar candidatos com um nível significativo de experiência e responsabilidade, que contribuíssem de forma efetiva para o progresso e a realização dos objetivo= s da organização. Além disso, ressalta-se que, antes de cada entrevista, os dez participantes assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido, manifestando ciência dos procedimentos da pesquisa.
Quadro 1= – Perfil dos Entrevistados
|
MEMBRO= span> |
SEXO |
IDADE |
PERÍODO = QUE CURSA |
TEMPO NA EJ |
|
M1 |
F |
24 |
4º |
1 ano |
|
M2 |
M |
21 |
8º |
10 meses |
|
M3 |
F |
22 |
5º |
1 ano e 2 meses |
|
M4 |
M |
28 |
7º |
1 ano e 6 meses |
|
M5 |
F |
23 |
3º |
10 meses |
|
M6 |
M |
21 |
5º |
10 meses |
|
M7 |
M |
18 |
2º |
6 meses |
|
M8 |
F |
19 |
4º |
1 ano |
|
M9 |
F |
20 |
4º |
1 ano e 5 meses |
|
M10 |
F |
24 |
6º |
1 ano e 5 meses |
Fonte: D= ados da Pesquisa (2024).
=
= Ressalta-se que apenas dois entrevistado= s não possuíam experiência profissional anterior e também que dois deles relataram ter participado de alguma atividade acadêmica.
= Para o processo de análise dos dados, in= iciou-se com a codificação dos nomes dos discentes entrevistados, uma vez que o term= o de autorização e consentimento assegurou o sigilo de sua participação para cri= ar um ambiente confortável durante a entrevista.
= Desse modo, a codificação considerou M1,= M2, M3, M4, M5, M6, M7, M8, M9 e M10, cuja sigla M remete aos membros participa= ntes e a sequência da numeração ocorreu seguindo a ordem cronológica de realizaç= ão das entrevistas. Posteriormente, elaborou-se a categorização dos discursos = com base em temáticas que auxiliassem no alcance dos objetivos da pesquisa, sen= do as seguintes: Contribuição da experiência vivida na EJ no desenvolvimento de competências; Experiência do mundo real; e, Relação entre experiência na EJ= com a formação em administração.
= Portanto, a análise consiste em um proce= sso de categorização que visa apresentar de forma mais clara a discussão dos resultados, revelando discursos que contribuem para a compreensão e ênfase = de cada categoria abordada. Essa etapa baseia-se na análise do discurso de car= áter informacional-qualitativo, conforme proposta por Godoi (2006), cuja vertente analítica considera a relação entre o discurso manifesto e o discurso laten= te.
4 RESULTADOS
= Este capítulo está dividido em três cate= gorias acerca da temática estudada: Contribuição da experiência vivida na EJ no desenvolvimento de competências; Experiência do mundo real; Relação entre experiência na EJ com a formação em administração.
4.1 Contribuição da
experiência vivida na EJ no desenvolvimento de competências
=
= Os entrevistados foram questionados sobr= e a relação entre experiência vivida na EJ e desenvolvimento de competência. A maioria deles aponta questões como eventos que participaram e projetos que ocorreram durante sua atuação na empresa júnior, em que seus desenvolviment= os foram focados em relação às suas habilidades, comunicação, autoconfiança e troca de experiência. Isso reforça o que Kolb (1984) aborda sobre o conhecimento ser adquirido por meio da participação ativa em experiências práticas.
“Eu
já vivenciei diversas experiências, tanto boas quanto ruins, ao longo da mi=
nha
jornada. No entanto, uma das mais marcantes, que ocorreu recentemente, foi =
um confront. Foi uma situação inédita=
para
mim, repleta de desafios e aprendizados. Esse confront me confrontou com uma
gama de conhecimentos e situações que eu nunca havia experimentado antes,
fazendo-me refletir profundamente sobre diversos aspectos da vida e do trab=
alho.
Foi uma experiência intensa, mas extremamente enriquecedora, que certamente=
contribuiu
para o meu crescimento pessoal e profissional.” [M10.1]
“Certamente,
a experiência em um projeto de estudo de mercado foi um momento crucial par=
a o
meu desenvolvimento. Foi uma oportunidade em que precisei aprender a coletar
dados de forma eficaz, principalmente por meio da pesquisa na internet. Essa
experiência me desafiou a desenvolver habilidades de busca e análise de
informações para atender aos objetivos do projeto. Ao longo desse processo,
adquiri uma capacidade aprimorada de localizar e utilizar dados relevantes,=
o
que certamente foi fundamental para o sucesso do projeto e para o meu
crescimento profissional.” [M6.1]
=
= De acordo com as falas dos entrevistados= , as experiências obtidas ao entrar na EJ, contribuem para o desenvolvimento dos estudantes. Ao participar de projetos específicos e eventos desafiadores de= ntro da empresa, onde os participantes têm a oportunidade única de adquirir habilidades práticas e técnicas essenciais para suas carreiras, conforme mencionado pelos entrevistados.
= Essas experiências não apenas fortalecem sua capacidade de enfrentar situações complexas, mas também os incentivam a refletir sobre diversos aspectos da v= ida e do trabalho, contribuindo, assim, para o desenvolvimento profissional. Al= ém disso, a vivência na empresa júnior amplia a visão dos estudantes sobre o mercado de trabalho, ajudando-os a identificar suas áreas de interesse e aprimorar sua empregabilidade. A experiência na EJ se torna, portanto, uma = base sólida para o sucesso profissional futuro, enriquecendo e complementando sua formação acadêmica.
4.2 Experiência do mundo real
=
= Em relação à experiência do mundo real, = além das vivências profissionais e de mercado, os entrevistados também abordaram aspectos relacionados à interação com clientes e parceiros comerciais. Muit= os destacaram a importância dessas interações para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, negociação e trabalho em equipe.
= Essa experiência prática de lidar com cl= ientes e parceiros comerciais proporcionou aos membros uma compreensão mais profun= da das demandas do mercado e das necessidades dos clientes, contribuindo para = sua formação profissional e para o aprimoramento de suas competências interpessoais.
“A
EJA tem sido um espaço de aprendizado que me proporcionou essa vivência, al=
go
que me encanta e que valorizo bastante em minha jornada profissional. Esse
contato mais próximo com os clientes também me fez desenvolver habilidades =
de
comunicação, negociação e resolução de problemas, que são fundamentais em
qualquer área de atuação. Além disso, a interação com diferentes perfis de
clientes e situações me permitiu adquirir uma visão mais abrangente e
pragmática do mundo dos negócios. Assim, posso dizer que a experiência na E=
JA
tem sido fundamental para meu crescimento profissional e pessoal, preparand=
o-me
de forma mais completa para os desafios do mercado de trabalho”. [M7.2]
“Eu
acho que é lidar com o mercado, estou tendo uma experiência do mercado já no
comecinho, pois entrei na empresa júnior logo no segundo período e eu não s=
abia
de nada, não sabia nem onde estava, estava me situando no curso e com a
experiência da empresa júnior, eu fui me situando. Eu tive experiência no
mercado, já estou vendo como o mercado funciona, já tive trabalho e isso me
ajuda bastante.” [M1.2]
=
= As interações com clientes e parceiros comerciais foram destacadas pelos participantes como fundamentais para o desenvolvimento de habilidades técnicas e compreensão do mercado. Essa exposição direta proporciona insights sobre expectativas do mercado, tendên= cias setoriais e estratégias concorrenciais, ampliando a compreensão do ciclo de vida empresarial.
“No
ano passado, nossa equipe da empresa esteve envolvida em um projeto chamado
"Cative", no qual visitamos escolas para ensinar sobre
empreendedorismo. Nosso objetivo era explicar os conceitos de empreendedori=
smo
e administração, incentivando os alunos desde cedo a compreender a importân=
cia
desses temas. Essa experiência foi extremamente gratificante e enriquecedor=
a,
pois nos permitiu ampliar nossa visão, agindo como professores ao transmitir
conhecimento e promover esses valores para as gerações futuras.” (M8.2)
=
= De acordo com o entrevistado M8.2, o pro= jeto "Cative" traz a experiência do mundo empresarial para as salas de aula, permitindo aos alunos uma compreensão prática do empreendedorismo. Es= sa abordagem conecta diretamente os conceitos teóricos ao ambiente real dos negócios, preparando os alunos para os desafios práticos que enfrentarão em suas carreiras futuras.
= Ao interagir com profissionais atuantes,= os alunos recebem entendimentos valiosos sobre como aplicar esses conceitos na vida real, inspirando-os a se tornarem empreendedores confiantes e preparad= os, em consonância com o que é proposto por Pena, Cavalcante e Mioni (2015) acerca da transformação da experiência e de sua capacidade em unific= ar teoria e prática, aprimorando o processo de ensino e aprendizagem e, consequentemente, impactando positivamente na qualidade profissional.
4.3 Relação entre experiência na EJ com a formação em
administração
= Os membros entrevistados enfatizaram que= ao ingressarem na EJ a experiência prática se torna fundamental, pois estabele= ce conexões valiosas entre a teoria aprendida em sala de aula e sua aplicação = no contexto real, convergindo com o entendimento de Cerqueira (2000) sobre a avaliação do desenvolvimento de um indivíduo, levando em consideração o conhecimento na prática, além de abranger sua compreensão, habilidades de resolução de problemas e competências sociais e emocionais.
= Diante disso, os entrevistados observara= m que a imersão nas atividades da EJ proporciona uma compreensão mais holística e integrada dos conceitos teóricos, pois são capazes de fazer conexões diretas entre as práticas administrativas discutidas em sala de aula e os desafios enfrentados no dia a dia da empresa, conforme exprimem as falas a seguir.= span>
“Com
certeza! Ter experiências práticas não apenas simplifica a compreensão teór=
ica,
mas também enriquece nosso aprendizado de maneiras que os livros e palestras
por si só não conseguem. A vivência nos permite ver os conceitos em ação,
entender suas nuances e aplicabilidade no mundo real. Além disso, ao lidarm=
os
com situações concretas, desenvolvemos habilidades de resolução de problema=
s,
pensamento crítico e criatividade, que são fundamentais para o sucesso em
qualquer área.” [M8.3]
“Impacta
muito, tipo assim, do primeiro período até agora a gente viu muita a questã=
o de
teoria, até quando professor(a) coloca a gente para fazer uma apresentação =
ou
até um debate, a gente não sente ainda a prática e o clima do mercado. Aí, =
na
empresa júnior, por ter esses serviços e você pode se comunicar com empresa=
s de
verdade, você tem aquele choque. Então, inevitavelmente, prepara mais, para=
um
de fora, mesmo que você erre ou faça alguma coisa, você ainda tá na faculda=
de,
não tá em um emprego real ainda.” [M3.3]
“Impacta
em tudo, porque no curso a gente vê muita teoria, e muita teoria antiga tam=
bém,
a gente pode dizer, porque muita da nossa grade de professores já é bem mais
avançada, alguém mais experiente, então são professores que estão lá há ano=
s,
muitos não atualizam os assuntos, os livros, e fica tudo muito da teoria.
Então, aqui a gente vivencia a prática, vivencia o caos que é o mundo de
negócios, digamos, muito real hoje, e a gente consegue ver que a gente tem
fundamentos da administração, por exemplo, a gente consegue estar vendo aqui
dentro da empresa, independente de qual seja.” [M5.3]
=
= Destaca-se a fala de M5.3, ao questionar= a atualização dos docentes do curso, o que reflete a relevância do papel doce= nte na qualidade do processo de ensino e aprendizagem, capaz de contextualizar a formação para contextos mais próximos da realidade discente, permitindo que eles signifiquem suas experiências de aprendizado, de acordo com Díaz (2011= ).
= Todavia, não é o habitual em se enxergar essa proximidade com o ambiente de aprendizagem, o = que torna a participação do estudante na Empresa Júnior ainda mais fundamental, pois proporciona uma valiosa experiência prática que complementa a teoria aprendida em sala de aula, mesmo que de modo defasado. Isso faz com que a EJ desempenhe um papel crucial na formação dos estudantes de administração, capacitando-os para se destacarem em sua atuação profissional como administrador.
5 CONCLUSÃO
= Este trabalho buscou analisar o quanto as empresas juniores dos cursos de Administração de uma instituição federal de ensino influenciam a formação dos estudantes a partir da perspectiva de aprendizagem experiencial. A participação nas empresas juniores contribui de maneira substancial para o desenvolvimento de competências essenciais, como habilidades práticas, comunicação eficaz, autoconfiança e capacidade de trabalhar em equipe.
= Os estudantes vivenciam experiências prá= ticas que enriquecem e complementam a formação teórica, alinhando-se às teorias de aprendizagem experiencial de Kolb (1984). Além disso, a interação com o mer= cado de trabalho real, incluindo clientes e parceiros comerciais, proporciona aos estudantes uma compreensão mais aprofundada das demandas e necessidades do mercado. Essas interações desenvolvem habilidades interpessoais, técnicas e proporcionam uma visão abrangente e prática do mundo dos negócios, preparan= do os estudantes para enfrentar desafios reais em suas futuras carreiras profissionais.
= Desse modo, a experiência na empresa jún= ior complementa a formação acadêmica ao permitir que os estudantes façam conexõ= es diretas entre a teoria apreendida em sala de aula e sua aplicação prática. = Essa imersão na prática administrativa oferece uma formação mais integrada e holística, destacando-se como um componente essencial na preparação dos discentes para se tornarem administradores competentes e mais assertivos em suas decisões.
= Quadro 2 - Aprendizagem experiencial e s= eus elementos e significados
|
CATEGORIAS DA APRENDIZAGEM EXPERIENCIAL |
PRINCIPAIS ELEMENTOS= |
SIGNIFICADOS |
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Experiência vivida na EJ |
Competências, habilidades práticas, comunicação, autoconfian= ça, trabalho em equipe. |
Desenvolvimento de habilidades essenciais como trabalho em equipe, comunicação e autoconfiança através de projetos e eventos na empr= esa júnior. |
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Experiência do mundo real |
Compreensão do mercado, habilidades de comunicação e negocia= ção. |
Melhoria das habilidades de comunicação e entendimento do mercado ao interagir com clientes e parceiros. |
|
Relação entre experiência na EJ e formação em administração<= /span> |
Conexão entre teoria e prática, aplicação do conhecimento em contextos reais, desenvolvimento de habilidades integradas. |
Integração da teoria com a prática na empresa júnior, prepar= ando para o ambiente profissional. |
= Fonte: Elaboração própria (2024).=
= = span>
= Enfim, o quadro dois acima expõe uma sín= tese de significados encontrados a partir de reflexões sobre cada categoria, buscando elucidar mais sobre a colaboração da temática para a formação dos alunos, em especial, de Administração. No que tange à limitação, percebeu-se uma restrição de maior envolvimento dos entrevistados com seus relatos, pois alguns ficaram com certos receios e esquecimentos de fatos vividos.<= /p>
= Por fim, sugere-se para estudos futuros a ampliação da pesquisa para incluir outros cursos de administração e a participação de empresas juniores com diferentes tempos de existência. Essa abordagem permitiria comparações entre as percepções de estudantes de empre= sas juniores mais antigas e mais recentes, aprofundando a compreensão sobre as influências exercidas na formação dos estudantes por meio da aprendizagem experiencial.
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