Maxwell Monteiro Marques

https://orcid.org/0000-0002-2383-5372

Bacharelado em Psicologia. Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Brasil. maxwellmonteques@gmail.com

ABSTRACT

This study investigated how dimensions of work design are associated with the socioemotional competencies of leaders in Brazilian organizations. After screening, the final sample consisted of 124 employees with leadership experience, with a sectoral distribution of 83.87% in the private sector, 15.32% in the public sector, and 0.81% in the third sector. The Work Design Questionnaire and the Socioemotional Competencies Scale were used as data collection instruments. The internal structure was explored through Exploratory Factor Analysis (EFA), with subsequent confirmation via Confirmatory Factor Analysis (CFA). Data adequacy was supported by the KMO values (0.77) and Bartlett’s test of sphericity (p < 0.001). Parallel analysis indicated an eight-factor structure that jointly explained approximately 53% of the total variance, demonstrating high internal consistency (α: 0.77–0.93; ω: 0.87–0.96). After statistical-theoretical refinements, a structural equation model with five latent factors was established: Socioaffective Awareness, Cooperative Self-Regulation, Operational Cognition, Operational Autonomy, and Emotional Resilience. The final solution presented robust fit indices (CFI = 0.88; TLI = 0.87; RMSEA = 0.075; SRMR = 0.08) and adequate psychometric properties. The results indicate that work design and socioemotional competencies constitute an integrated psychosocial architecture, in which autonomy and cognitive complexity are articulated with emotional regulation and resilience. It is evident that the characteristics of work design in leadership positions operate predominantly within psychosocial dimensions.

Keywords: Work design. Socio-emotional competencies. Leadership. Public and private management

O presente estudo teve como objetivo investigar as inter-relações entre dimensões do desenho de trabalho e competências socioemocionais no contexto da liderança, a partir de uma abordagem psicométrica baseada em análises fatoriais exploratória e confirmatória. Os resultados obtidos revelaram a integração desses construtos em uma estrutura latente de natureza predominantemente psicossocial, cognitiva, operacional e emocional. Os dados sustentam que a função gerencial contemporânea vem passando por um deslocamento de demandas, atenuando os requisitos instrumentais em prol de exigências simbólicas, relacionais e autorregulatórias.

A solução final do modelo confirmatório, composta por cinco fatores - consciência socioafetiva, autorregulação cooperativa, cognição operacional, autonomia operacional e resiliência emocional; apresentou níveis satisfatórios de ajuste global, consistência interna, validade convergente e discriminante. Esses achados reforçam pressupostos teóricos clássicos e contemporâneos do desenho de trabalho e da psicologia organizacional, ao evidenciar que recursos emocionais, cognitivos e sociais constituem elementos estruturantes da experiência de trabalho, especialmente em posições de liderança.

Do ponto de vista teórico, o estudo contribui ao integrar construtos frequentemente investigados de modo segmentado na literatura: desenho de trabalho, liderança e competências socioemocionais. Nesse sentido, demonstrou que as competências socioemocionais atuam como variáveis mediadoras entre os atributos de trabalho e os resultados adaptativos. Consequentemente, os achados contribuem para aprofundar a conceitualização do desenho de trabalho para além de sua dimensão estrutural, aproximando-a de perspectivas que enfocam recursos psicológicos e processos de autorregulação, em consonância com a Teoria da Autodeterminação e arcabouços teóricos contemporâneos sobre o trabalho em ambientes de incertezas.

No âmbito metodológico, a pesquisa avança ao empregar critérios robustos para determinação da dimensionalidade fatorial, combinando análise paralela, Very Simple Structure e validação confirmatória com refinamento teórico parcimonioso. A exclusão de fatores relacionados às exigências físicas e tecnológicas e ao feedback formal de desempenho, sustentada por evidências empíricas e coerência conceitual, reforça a validade interna do modelo final e ilustra a importância de decisões psicométricas fundamentadas teoricamente, especialmente em amostras compostas por líderes.

Do ponto de vista prático, os resultados oferecem subsídios relevantes para a gestão de pessoas e o desenvolvimento de lideranças. A centralidade das competências socioemocionais sugere que programas organizacionais focados exclusivamente em redesenho estrutural de cargos ou capacitação técnica tendem a ser insuficientes. Intervenções integradas que promovam o desenvolvimento emocional, a liderança colaborativa, a autonomia e o sentido do trabalho mostram-se alinhadas às demandas contemporâneas, favorecendo bem-estar, engajamento e desempenho sustentável em contextos organizacionais marcados por mudanças tecnológicas e incertezas.

Apesar de suas contribuições, o estudo apresenta limitações que devem ser consideradas na interpretação dos resultados. O tamanho amostral relativamente reduzido, embora adequado para as análises realizadas, limita a generalização dos achados e pode ter influenciado os índices de ajuste do modelo confirmatório. A utilização de uma amostra não probabilística e concentrada majoritariamente no setor privado restringe a extrapolação dos resultados para outros contextos organizacionais e culturais. A natureza transversal do delineamento também impede inferências causais entre as variáveis investigadas. Além disso, no contexto do AFC, embora a solução confirmatória tenha produzido valores aceitáveis (CFI = 0,88; TLI = 0,87; RMSEA = 0,075, SRMR = 0,08), eles estão fora do desejável, o que reforça a necessidade de novos estudos sobre o tema.

Estudos subsequentes devem refinar as presentes evidências por meio de ampliação amostral, da adoção de delineamentos longitudinais e do emprego de modelagens multinível, visando rastrear a evolução temporal das competências socioemocionais e sua interação com a reconfiguração do desenho de trabalho. Adicionalmente, a validação de modelos de equações estruturais, incorporando variáveis de desfecho - engajamento, bem-estar e performance - é imperativa para robustecer os mecanismos explicativos propostos. Consequentemente, este trabalho sublinha que a análise da liderança contemporânea demanda uma perspectiva interrelacional, integrando dimensões sociais, operacionais, cognitivas e emocionais. As competências socioemocionais consolidam-se, portanto, como recursos estratégicos para a adaptabilidade e sustentabilidade organizacional, corroborando a premissa de que os modelos de gestão e liderança devem integrar intrinsecamente a natureza humana e relacional do trabalho.

 

 

 

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