Kethly Garcia

https://orcid.org/0009-0008-0092-3338

Mestre em Comunicação. Universidade São Caetano do Sul (USCS) – Brasil. kethly.garcia@online.uscs.edu.br

 

Magda Aparecida Silveiro Miyashiro

https://orcid.org/0009-0007-0322-6143

Doutora em Engenharia e Tecnologia Espaciais. Instituto de Nacional Pesquisas Espaciais (INPE) – Brasil. magda.miyashiro@online.uscs.edu.br

 

 

ABSTRACT

Keywords: social networks; Algorithms; Artificial Intelligence; Technological management.

 



[1] Ao criar uma conta no Facebook, um dos documentos disponíveis na tela de aceite chama-se “Informações para pessoas que não usam os Produtos da Meta”, documento que trata da coleta de dados de contatos dos usuários, independente de esses terem aceito fazer parte da rede ou não.

[2] Dá-se o nome de caixa preta a um dispositivo fechado, ao qual não se tem acesso completo e do qual apenas seria possível extrair suposições de funcionamento com base em seus inputs (entradas) e outputs (saídas). Bateson aplica o conceito para questões cientificas e filosóficas, no sentido de nomear os problemas incompreensíveis racionalmente e apenas intuídos como as caixas pretas. O encontro da caixa preta de Flusser e de Bateson se dá no ponto de significado de algo desconhecido (Machado, 2005).

[3] Trata-se do método de fazer previsões personalizadas para entender os usuários, seu hábitos, costumes e gostos e dessa forma direcionar propagandas específicas. Além do direcionamento de produtos e serviços, a técnica pode ser usada para influência política e outros fins (Freire, 2020).

[4] Computação ubíqua refere-se à normalização na tecnologia nas práticas cotidianas, tornando a relação humano-máquina cada vez mais comum e até imperceptível, dada a sua naturalização na sociedade (UFPR, 2022).