https://orcid.org/0009-0002-4879-2775

Bruno Guaringue Trindade

https://orcid.org/0000-0003-1780-071X

Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas. Instituto Federal do Paraná - Brasil. bruno.guaringue@ifpr.edu.br

Christian Carlos Souza Mendes

https://orcid.org/0000-0003-2871-9968

Doutor em Planejamento e Governança Pública. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Curitiba - Brasil. ccsm@utfpr.edu.br

Christian Luiz da Silva

https://orcid.org/0000-0002-9365-6257

Doutor em Engenharia de Produção. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Curitiba - Brasil. christiansilva@utfpr.edu.br  

Gilson Ditzel Santos

https://orcid.org/0000-0002-7839-2281

Doutor em Administração. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco - Brasil. ditzel@utfpr.edu.br

Mauro Fernando Normberg Böhm

https://orcid.org/0000-0001-6259-8050

Mestre em Arquitetura e Urbanismo, Doutorando em Desenvolvimento Regional. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco - Brasil. mauro.bohm@ifsc.edu.br

 

O crescimento acelerado dos centros urbanos nas últimas décadas tem ampliado a demanda por soluções voltadas ao desenvolvimento urbano inteligente e sustentável. Este estudo analisa e compara os indicadores de desempenho da norma ABNT NBR ISO 37122:2020 com os rankings Connected Smart Cities (CSC) e European Smart Cities (ESC), com foco em identificar convergências, lacunas e limites conceituais na avaliação de Cidades Inteligentes (CI). No âmbito metodológico, realizou-se uma análise documental dos instrumentos, com mapeamento dos indicadores por eixo temático e verificação de correspondência entre a norma e os rankings, a partir de uma matriz comparativa construída com base na revisão de literatura. Os resultados mostram que a norma apresenta foco predominantemente tecnicista e operacional, com forte ênfase em infraestrutura, serviços e uso de TICs, mas com menor cobertura de dimensões como Inovação, Empreendedorismo, Governança e aspectos sociais. Em contraste, os rankings CSC e ESC incorporam uma visão mais multidimensional da cidade, ainda que com diferenças metodológicas e níveis distintos de detalhamento, contribuindo para ampliar a compreensão do fenômeno urbano e evidenciar a necessidade de complementaridade entre instrumentos de avaliação.

Palavras-chave: planejamento urbano; sustentabilidade urbana; indicadores de desempenho; norma brasileira; rankings de cidades inteligentes.

 

The accelerated growth of urban centers in recent decades has increased the demand for intelligent and sustainable urban development solutions. This study analyzes and compares the performance indicators of the Brazilian standard ABNT NBR ISO 37122:2020 with the Connected Smart Cities (CSC) and European Smart Cities (ESC) rankings, focusing on identifying convergences, gaps, and conceptual limitations in the assessment of Smart Cities (SC). Methodologically, a documentary analysis of these instruments was conducted, involving mapping of indicators by thematic axes and verification of correspondences through a comparative matrix built from a literature review. The results reveal that the standard adopts a predominantly technicist and operational focus, with strong emphasis on infrastructure, services, and ICT use, but limited coverage of dimensions such as Innovation, Entrepreneurship, Governance, and social aspects. In contrast, the CSC and ESC rankings offer a more multidimensional urban perspective—despite methodological differences and varying levels of detail—contributing to a broader understanding of urban phenomena and highlighting the need for complementary evaluation tools.

Keywords: urban planning; urban sustainability; performance indicators; Brazilian standard; smart city rankings.


 

Esta pesquisa é de natureza aplicada, direcionada à produção de conhecimentos práticos para subsidiar a avaliação comparativa de indicadores de CI (Gil, 2008). Classifica-se como descritiva em relação aos objetivos, ao caracterizar as convergências e lacunas entre as ferramentas de desempenho (Gil, 2002), e qualitativa quanto à abordagem metodológica, por meio da análise interpretativa de fenômenos conceituais e dimensionais no contexto urbano (Yin, 2016).

Os procedimentos metodológicos foram estruturados em duas etapas sequenciais: a) revisão da literatura para mapear conceitos, definições e dimensões teóricas das CI, com caracterização detalhada das ferramentas analíticas selecionadas sendo a norma ABNT NBR ISO 37122:2020 (80 indicadores em 19 eixos), o ranking CSC (75 indicadores em 13 eixos) e o ESC (81 indicadores em 6 key fields); e b) análise documental comparativa, com replicabilidade por meio dos protocolos para seleção e comparação dos indicadores, alinhados às práticas consolidadas em estudos de planejamento urbano.

Na fase comparativa, a seleção dos indicadores seguiu os seguintes critérios: i) pertinência temática, verificando alinhamento aos eixos temáticos das ferramentas; ii) abrangência quantitativa, considerando quantidade e distribuição por eixo; e iii) relevância conceitual, priorizando dimensões como tecnologia, sustentabilidade, inovação, governança e inclusão social, abrangendo integralmente os conjuntos de indicadores das três ferramentas. As comparações foram operacionalizadas via matriz analítica, que avaliou: i) as correspondências diretas (equivalência em definição, métrica e fonte de dados); ii) as lacunas temáticas (ausência de cobertura em dimensões específicas); e iii) as diferenças qualitativas/quantitativas (ex.: enfoque tecnicista da norma versus multidimensionalidade dos rankings), com categorização binária (correspondente/não correspondente), cálculo de sobreposição percentual e validação cruzada.

No Quadro 1, é possível verificar um comparativo entre as principais características dos instrumentos de análise.

 


 

Características

Norma Brasileira

Ranking CSC

Ranking ESC

Primeira versão

2020

2015

2007 (versão 3.0 - cidades médias); 2015 (versão 4.0 - grandes cidades)

Última versão

Não se aplica

2025

2014 (versão 3.0); 2015 (versão 4.0)

Eixos temáticos

19

13

6 (com 28 domínios)

Indicadores

80

75 (última versão)

81 (versão 3.0)

Cidades analisadas

Não se aplica

Todos os municípios brasileiros (última versão)

2014 – 77 cidades médias europeias

2015 – 90 grandes cidades europeias

Fonte de Dados

ABNT, 2020

CSC, 2025

ESC, 2026; Giffinger et al., 2007; Contato pessoal (via e-mail) com Giffinger

 

Como observado no Quadro 1, a ABNT NBR ISO 37122:2020 apresenta os temas de coletas de dados divididos em 19 eixos temáticos, organizados em 80 indicadores (Quadro 2) a serem reportados anualmente. Para cada indicador, a norma apresenta uma definição geral, requisitos mínimos, possíveis fontes de dados e explicações sobre como interpretar os dados.

 

Eixo Temático

Qt. de Indicadores

Eixo Temático

Qt. de Indicadores

1 Economia

4

11 Segurança

1

2 Educação

3

12 Resíduos Sólidos

6

3 Energia

10

13 Esporte e cultura

4

4 Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

3

14 Telecomunicação

3

5 Finanças

2

15 Transporte

14

6 Governança

4

16 Agricultura local/urbana e segurança alimentar

3

7 Saúde

3

17 Planejamento urbano

4

8 Habitação

2

18 Esgotos

5

9 População e condições sociais

4

19 Água

4

10 Recreação

4

-

-

 

Já o ranking CSC está estruturado em 13 eixos temáticos (Quadro 3), que abrangem diversas áreas de análise do desenvolvimento urbano. O total de indicadores utilizados na avaliação é de 75, sendo que muitos desses indicadores são compartilhados em mais de um eixo devido à sua relevância e ao valor que agregam em múltiplos contextos.

 

Eixo Temático

Qt. de indicadores individuais

1 Mobilidade Urbana

3

2 Habitação e Planejamento Urbano

6

3 Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

4

4 Telecomunicações

4

5 Saúde, Agricultura Local/Urbana e Segurança Alimentar

10

6 Segurança

2

7 Educação

8

8 Inovação e Empreendedorismo

5

9 Governança

4

10 Economia e Finanças

10

11 Energia

3

12 População, Condições Sociais

6

13 Resíduos Sólidos, Esgotos e Água

10

TOTAL:

75

 

No que se refere ao ranking ESC, tanto a versão 3.0 quanto a versão 4.0 apresentam uma estrutura comum, organizada em seis eixos temáticos (Quadro 4), subdivididos em 28 domínios, totalizando 81 indicadores.

 

Eixo temático (Key Fields)

Domínios

Qt. de indicadores

1 Economia Inteligente

6

15

2 Meio Ambiente Inteligente

4

10

3 Governança Inteligente

3

9

4 Vida Inteligente

7

25

5 Mobilidade Inteligente

4

11

6 Pessoas Inteligentes

4

11

 

Conforme observado no Quadro 4, na avaliação dos perfis das CI, os key fields do desenvolvimento urbano no ranking ESC foram caracterizados como: economia inteligente, pessoas inteligentes, mobilidade inteligente, meio ambiente inteligente, vida inteligente e governança inteligente.

 

 

As análises realizadas evidenciam não apenas diferenças estruturais entre a norma ABNT NBR ISO 37122:2020 e os rankings CSC e ESC, mas também distintas concepções teóricas subjacentes à avaliação das CI. De forma geral, observa-se uma baixa correspondência entre os indicadores, indicando que os instrumentos analisados não operam de maneira convergente, mas refletem lógicas distintas de mensuração do desempenho urbano.

Um primeiro achado relevante refere-se à limitada sobreposição entre os indicadores da norma e dos rankings. No caso do CSC, uma baixa parcela dos indicadores apresentam correspondência direta com a norma, enquanto no ESC essa parcela é ainda menor. Esse resultado sugere que, embora compartilhem o objetivo de avaliar CI, os instrumentos diferem significativamente quanto à seleção e priorização dos indicadores, reforçando a ausência de padronização destacada na literatura.

Essa baixa convergência pode ser interpretada à luz das abordagens teóricas discutidas anteriormente. A norma ABNT NBR ISO 37122:2020 apresenta forte alinhamento com uma perspectiva tecnocêntrica, priorizando indicadores operacionais, mensuráveis e frequentemente associados ao uso de TICs. Por outro lado, os rankings incorporam, em diferentes graus, uma abordagem mais multidimensional, ao considerar aspectos sociais, econômicos e territoriais de forma mais ampla.

Ao analisar o enquadramento dos indicadores dos rankings junto aos eixos temáticos da norma ABNT NBR ISO 37122:2020, foi possível identificar as seguintes características (Quadro 5):

 

Dimensão

Característica da Norma Brasileira

Característica do ranking CSC

Característica do ranking ESC

Economia

Direcionado ao uso de dados abertos

Perspectiva ampla, mas não considera o uso de dados abertos

Abordagem mais qualitativa

Educação

Prioriza indicadores quantitativos, com foco em infraestrutura educacional e eficiência

Visão limitada de indicadores educacionais, sem detalhar aspectos estruturais ou qualitativos

Abordagem mais qualitativa

Energia

Possui abordagem limitada

Pouco abordada

Sem referência direta

Meio Ambiente e Mudanças Climáticas

Foco em construções/edificações

Enfoque pragmático e aplicado à gestão municipal

Abordagem mais ampla

Finanças

Direcionado a pagamentos eletrônicos/digitais

Pouco abordada

Sem referência direta

Governança

Indicadores limitados ao uso tecnológico

Abordada de forma limitada e simplista

Abordada de forma mais completa e explícita

Saúde

Viés exclusivo nas TICs

Voltada para o acesso universal à saúde

Foco em infraestrutura física, capacidade de atendimento e resultados

Habitação

Limitada ao uso tecnológico

Articulada ao planejamento urbano

Indicadores que representam a realidade atual

População e Condições Sociais

Foco em acessibilidade, inclusão social e igualdade de oportunidades

Direcionado à inclusão social, qualidade de vida e políticas públicas

Sem referência direta

Recreação

Possui indicador limitado ao uso das TICs

Sem referência direta

Sem referência direta

Segurança

Representação mais limitada

Indicadores mais específicos

Indicadores mais específicos

Resíduos Sólidos

Abordagem clara e abrangente

Direcionado à gestão sustentável de resíduos e economia circular

Sem referência direta

Esporte e Cultura

Limitada ao uso de livros e bibliotecas

Sem referência direta

Abordagem mais clara e consistente

Telecomunicação

Ampla integração com rankings

Ampla integração com a norma

Ampla integração com a norma

Transporte

Foca na tecnologia inteligente e na eficiência operacional

Foco em sustentabilidade e acessibilidade

Mais aderente que o CSC, com foco na qualidade do serviço, segurança viária e satisfação do usuário

Agricultura local/urbana e segurança alimentar

Várias formas abordadas

Capacidade de coleta e tratamento, reciclagem

Sem referência direta

Planejamento Urbano

Foco na eficiência administrativa e inclusão da população

Foco no crescimento urbano estruturado

Sem referência direta

Água e Esgoto

Ampla abordagem

Articulada a resíduos sólidos

Pouco abordada

 

Ao analisar os eixos temáticos, observa-se que a convergência entre os instrumentos ocorre principalmente em dimensões mais estruturadas e mensuráveis, como Economia, Telecomunicações, Transporte e Energia. No entanto, essa convergência é parcial e não se estende a dimensões mais complexas, como Governança, Saúde, Meio Ambiente e aspectos sociais, nas quais predominam divergências significativas.

Nesse sentido, os resultados indicam que a norma apresenta limitações importantes ao restringir determinadas dimensões à lógica tecnológica. A Governança, por exemplo, é tratada predominantemente a partir do uso de tecnologias, enquanto o ranking ESC incorpora elementos institucionais e participativos mais amplos. De forma semelhante, a dimensão Saúde, na norma, está fortemente associada às TICs, ao passo que os rankings consideram aspectos como acesso, infraestrutura e resultados dos serviços.

A análise da dimensão habitacional também revela diferenças relevantes. Embora o CSC 2025 tenha avançado ao incorporar em sua última versão o eixo “Habitação e Planejamento Urbano”, essa dimensão permanece fortemente vinculada à lógica territorial e ao ordenamento urbano, diferentemente da norma, que a aborda sob uma perspectiva tecnológica, e do ESC, que apresenta indicadores mais alinhados às condições reais de moradia. Esse resultado reforça a predominância de abordagens estruturais e operacionais nos instrumentos analisados, em detrimento de uma leitura mais social da habitação.

Além disso, destaca-se que os rankings incorporam dimensões ausentes na norma, como Inovação e Empreendedorismo, evidenciando uma ampliação do escopo analítico em relação às dinâmicas contemporâneas do desenvolvimento urbano. Por outro lado, a norma apresenta maior detalhamento em áreas como Resíduos Sólidos, Água e Esgoto e Agricultura Urbana, dimensões ainda pouco exploradas pelos rankings.

Esses achados dialogam diretamente com a literatura, ao confirmar a coexistência de abordagens distintas na avaliação das CI. No entanto, diferentemente de estudos anteriores que tratam esses instrumentos de forma isolada, os resultados desta pesquisa evidenciam que as divergências não são apenas metodológicas, mas também conceituais, refletindo diferentes entendimentos sobre o que constitui uma CI.

Do ponto de vista das convergências, destaca-se a dimensão de Telecomunicações, na qual há forte alinhamento entre norma e rankings, evidenciando o papel central das TICs na avaliação urbana contemporânea. Ainda assim, mesmo nessa dimensão, a forma de operacionalização dos indicadores varia, reforçando a heterogeneidade dos instrumentos.

Outro aspecto relevante refere-se às limitações metodológicas identificadas, especialmente no ranking ESC, no qual alguns indicadores carecem de maior transparência quanto às metodologias de cálculo, o que pode comprometer a comparabilidade dos resultados. Esse aspecto evidencia que, embora os rankings ampliem o escopo analítico, também apresentam fragilidades que devem ser consideradas na sua utilização.

Diante desses resultados, observa-se que a utilização isolada desses instrumentos tende a produzir leituras parciais do desempenho urbano, na medida em que cada um deles enfatiza dimensões específicas das CI. Nesse contexto, a articulação entre a robustez normativa da ABNT NBR ISO 37122:2020 e a flexibilidade analítica dos rankings mostra-se uma alternativa promissora para a construção de avaliações mais abrangentes e sensíveis às diferentes realidades urbanas.

Essa constatação reforça que a avaliação das CI é influenciada por distintas matrizes conceituais, evidenciando a necessidade de abordagens que integrem perspectivas tecnocêntricas e multidimensionais. Ao mesmo tempo, os resultados indicam que a combinação entre instrumentos pode ampliar a capacidade de diagnóstico e planejamento urbano, oferecendo subsídios mais consistentes para a formulação de políticas públicas e para a tomada de decisão.

 

 

A investigação de sistemas de indicadores que busquem identificar, medir, qualificar, classificar, ou mesmo comparar o desempenho das cidades em um desenvolvimento mais inteligente e sustentável tem se tornado vantajosa na competitividade econômica global. Nas últimas décadas, podem-se verificar diversas tentativas de modelos de avaliações, com metodologias de indicadores mais amplas, ou mesmo mais simplistas, que buscam fornecer informações relevantes, baseadas no conhecimento, para o crescimento da economia local e para prever estratégias para o desenvolvimento futuro dos centros urbanos, mitigando os problemas decorrentes da urbanização. 

A análise dos instrumentos como abordados neste trabalho deixa claro que a norma ABNT NBR ISO 37122:2020 está focada em indicadores operacionais, diferentemente dos rankings que abordam os temas de forma mais ampla. A norma, por sua vez, por seu caráter normativo, pode ser utilizada como orientação facultativa, ou ainda, se definido por legislação específica, adotada em caráter regulamentar. O ranking CSC, originado de uma abordagem mais focada no setor privado e no branding de CI, tende a enfatizar aspectos operacionais, muitas vezes em função de uma visão de marketing. Por outro lado, o ranking ESC, que tem raízes em uma colaboração público-privada, adota um olhar amplo do desenvolvimento urbano, embora alguns de seus indicadores careçam de clareza e objetividade.

Entre os eixos temáticos avaliados, na norma brasileira, o eixo com maior quantidade de indicadores é o eixo Transporte, com 14 indicadores no total. No ranking CSC, o eixo Saúde, Agricultura Local/Urbana e Segurança Alimentar e o eixo Economia e Finanças, ambos, com 10 indicadores cada (individuais e compartilhados) e, no ranking ESC, o eixo Vida Inteligente com 25 indicadores. Com menor número de indicadores, tanto na norma ABNT NBR ISO 37122:2020 quanto no ranking CSC, o eixo Segurança, com apenas dois indicadores. No ranking ESC o eixo temático com menos indicadores é o de Governança Inteligente, com 9 indicadores.

Por fim, como implicação para futuras pesquisas, destaca-se a necessidade de aprofundar análises empíricas que explorem a aplicação integrada desses instrumentos em contextos urbanos específicos, bem como investigar como diferentes escolhas de indicadores influenciam os resultados das avaliações e o posicionamento das cidades nos rankings.

 

REFERÊNCIAS

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