Nuanças e estratégias que circundam o conhecimento tácito

Joana Coeli Ribeiro Garcia, Edilene Maria da Silva

Resumo


Este artigo reflete a respeito das controvérsias da terminologia “gestão do conhecimento” por diversas áreas, usando a perspectiva filosófica de Michael Polanyi sobre conhecimento tácito, com base no insight “sabemos mais do que falamos”. Segundo esse autor, o conhecimento tácito refere-se ao que o indivíduo adquiriu com sua experiência de vida, e a dificuldade em formalizá-lo existe porque é subjetivo e constitui as habilidades do indivíduo, sendo esses os principais elementos da discussão. Com base nos estudos de Polanyi, indaga-se: é possível gerenciar conhecimento? Por meio de revisão de literatura selecionada intencionalmente, em estudos nas áreas de administração e ciência da informação, apresentam-se posicionamentos divergentes acerca da gestão ou da criação e de estratégias empregadas pelas organizações para ampliação de conhecimento. Conclui-se, com base no cotejamento das ideias de Polanyi e dos autores pesquisados, que as estratégias, ao menos na literatura selecionada, focalizam metodologias que conduzem à criação de conhecimento e não à gestão, como algumas vezes são denominadas.

Palavras-chave


Conhecimento tácito. Epistemologia de Michael Polanyi. Criação de conhecimento. Gestão de conhecimento.

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DOI: https://doi.org/10.22279/navus.2015.v5n3.p06-21.280

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